quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Loucura

Já alguma vez cometeste uma loucura?

Perdeste por completo o juízo?

Fizeste aquilo que julgavas não ser capaz?

Já alguma vez quebraste as regras?

Passaste a barreira do razoável, do aceitável?

Ultrapassaste o que julgavas ser o teu limite?

Conseguiste libertar-te por completo de preconceitos, da razão?

Já alguma vez te entregaste à magia, ao desconhecido?

Como te sentiste?

Decerto que não muito bem contigo próprio se foi imoral;

Provavelmente um herói se ultrapassaste as tuas barreiras para fazer o bem;

Certamente único se foste inovador;

Seguramente um aventureiro se foi algo que pensaste nunca fazer;

Evidentemente fantástico se foi mágico!

E se aquilo que fizeste, embora moralmente errado, te fez sentir bem, completo?

Esperas o castigo, a acusação, ou consegues seguir em frente?

E se aquilo que fizeste te preencheu e te fez sentir feliz?

Tentas de novo, ou és daqueles pessimistas, cobardes, que acredita que o óptimo não tem lugar uma segunda vez?

Loucura!

“De sábio e de louco, todos temos um pouco” – Ditado Popular

“Preferi sempre a loucura das paixões à sabedoria da indiferença” – Anatole France

“A mais subtil loucura é feita da mais subtil sensatez” – Michel de Montaigne

“Para tornar a realidade suportável, todos temos de cultivar em nós certas pequenas loucuras” – Marcel Proust

Se nunca cometeste uma loucura, não deixes para amanhã, pode ser tarde!


MMarques

1 comentário:

Anónimo disse...

Muitas loucuras. Nem calculas o louco que sou.