Já alguma vez cometeste uma loucura?
Perdeste por completo o juízo?
Fizeste aquilo que julgavas não ser capaz?
Já alguma vez quebraste as regras?
Passaste a barreira do razoável, do aceitável?
Ultrapassaste o que julgavas ser o teu limite?
Conseguiste libertar-te por completo de preconceitos, da razão?
Já alguma vez te entregaste à magia, ao desconhecido?
Como te sentiste?
Decerto que não muito bem contigo próprio se foi imoral;
Provavelmente um herói se ultrapassaste as tuas barreiras para fazer o bem;
Certamente único se foste inovador;
Seguramente um aventureiro se foi algo que pensaste nunca fazer;
Evidentemente fantástico se foi mágico!
E se aquilo que fizeste, embora moralmente errado, te fez sentir bem, completo?
Esperas o castigo, a acusação, ou consegues seguir em frente?
E se aquilo que fizeste te preencheu e te fez sentir feliz?
Tentas de novo, ou és daqueles pessimistas, cobardes, que acredita que o óptimo não tem lugar uma segunda vez?
Loucura!
“De sábio e de louco, todos temos um pouco” – Ditado Popular
“Preferi sempre a loucura das paixões à sabedoria da indiferença” – Anatole France
“A mais subtil loucura é feita da mais subtil sensatez” – Michel de Montaigne
“Para tornar a realidade suportável, todos temos de cultivar em nós certas pequenas loucuras” – Marcel Proust
Se nunca cometeste uma loucura, não deixes para amanhã, pode ser tarde!
MMarques
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1 comentário:
Muitas loucuras. Nem calculas o louco que sou.
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