Ontem, durante a minha (nossa) curta presença na igreja de S. Julião da Barra, numa oração de homenagem à Mãe Peregrina de Shoeenstatt, pude, tive mesmo o privilégio, de testemunhar (mais uma vez) o “poder” que as palavras do Padre Nuno têm sobre mim (nós).
Como já tive oportunidade de referir, existem pessoas realmente dotadas. O Padre Nuno não tem um dom. O Padre Nuno é em si um DOM.
Chega-nos à alma, ao coração. Conforta-nos.
Enfeitiçados por aquele ambiente mágico, levou-nos a reflectir, a agradecer, sobre a nossa vida e sobre tudo o que de bom ela nos tem oferecido, e que nós, perante as dificuldades (às vezes apenas na nossa imaginação), tão depressa ou tão facilmente esquecemos…
Os pais,
O filho
O marido
Os irmãos,
A família.
Os amigos.
Os colegas,
Ter trabalho.
Os escuteiros.
A minha (nossa) casa,
A minha (nossa) cama.
Os abraços,
Os sorrisos,
As lágrimas.
A partilha…
É meu dever, nosso dever, não esquecer. É meu dever, nosso dever, dar em troca, oferecer!
terça-feira, 13 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
O desenho dos teus lábios,
A textura dos teus lábios,
O sabor da tua boca.
O calor do teu corpo,
O cheiro do teu corpo,
O toque da tua pele.
A beleza das tuas mãos,
A força dos teus braços,
O poder do teu abraço.
Os teus olhos,
O olhar atrevido,
O olhar carinhoso, apaixonado!
Olhas e não perguntas, não é preciso.
Ris comigo e não de mim.
Dás e não pedes de volta.
Confias, não questionas.
Dizes-me com carinho
“Quero ser velhinho ao teu lado”
Amas-me…
E eu AMO-TE de volta!
Se eu podia viver sem ti? Podia, mas não quero! E certamente não seria a mesma coisa!
A textura dos teus lábios,
O sabor da tua boca.
O calor do teu corpo,
O cheiro do teu corpo,
O toque da tua pele.
A beleza das tuas mãos,
A força dos teus braços,
O poder do teu abraço.
Os teus olhos,
O olhar atrevido,
O olhar carinhoso, apaixonado!
Olhas e não perguntas, não é preciso.
Ris comigo e não de mim.
Dás e não pedes de volta.
Confias, não questionas.
Dizes-me com carinho
“Quero ser velhinho ao teu lado”
Amas-me…
E eu AMO-TE de volta!
Se eu podia viver sem ti? Podia, mas não quero! E certamente não seria a mesma coisa!
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