O Natal.
Tempo de família, de partilha, tempo de deixar para trás rancores, tristezas e desilusões.
Felizes aqueles que podem partilhar, que podem oferecer;
Felizes aqueles que se rodeiam de amor, de amizade;
Felizes aqueles que se juntam à roda de uma mesa, entre correrias e gargalhadas de crianças.
Felizes aqueles que sabem perdoar.
Felizes aqueles que sabem agradecer o que têm.
Por tudo isto, eu sou feliz.
Para mim, a família é tudo! Preenche-me, enche-me de atenção e carinho, todos os dias da minha vida e por isso sou grata.
Os meus pais, o meu filho, os meus sobrinhos a quem quero tanto como se fossem meus…os meus irmãos, cunhados, tios, primos, afilhados e amigos. Verdadeiros amigos que apesar da distância que às vezes teima em se afirmar, temporal e física, estão lá, estão sempre lá.
Bem hajam e FELIZ NATAL!
MM
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Faz hoje dois anos que a vi partir…
Mulher linda, com uma força incrível, doce, muito doce.
Cheiro a água de rosas;
Pele macia;
Mãos lindas, sempre geladas;
Muito arranjada, muito bem pintada, sempre muito bem cuidada;
Exigente, organizada, presente, dedicada;
Meiga, tão meiga…
Dizem que sou parecida com ela, haverá maior elogio?
Essa mulher era minha avó.
A minha avó Mitó.
A nossa Mitó!!!
Mulher linda, com uma força incrível, doce, muito doce.
Cheiro a água de rosas;
Pele macia;
Mãos lindas, sempre geladas;
Muito arranjada, muito bem pintada, sempre muito bem cuidada;
Exigente, organizada, presente, dedicada;
Meiga, tão meiga…
Dizem que sou parecida com ela, haverá maior elogio?
Essa mulher era minha avó.
A minha avó Mitó.
A nossa Mitó!!!
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Arriscar!
À medida que envelhecemos as oportunidades de mudança vão sendo cada vez menores, e quando surgem instala-se o medo, a insegurança! Avaliamos, reavaliamos, ponderamos, fazemos contas…a cabeça fica a mil!
Custa a acreditar, mas deixámos de ser aqueles jovens inconscientes, sonhadores, aventureiros, optimistas, que se lançam sem rede em busca de uma nova aventura.
Agora já não estamos sozinhos. Há a família e com ela as responsabilidades, que deixam pouca ou nenhuma margem para o risco.
Dúvidas e questões à parte, indecisões e medos, acredito que quem não arrisca não petisca! Acredito que nada acontece por acaso!
Se a oportunidade surge foi Deus que a providenciou. Para nos atormentar? Não me parece!Para nos testar? Dependerá muito das situações, certamente. O importante será saber distingui-las e não deixar que fujam, poderá não haver outra!
Começar de novo!
Soa bem. E por que não?
MM
À medida que envelhecemos as oportunidades de mudança vão sendo cada vez menores, e quando surgem instala-se o medo, a insegurança! Avaliamos, reavaliamos, ponderamos, fazemos contas…a cabeça fica a mil!
Custa a acreditar, mas deixámos de ser aqueles jovens inconscientes, sonhadores, aventureiros, optimistas, que se lançam sem rede em busca de uma nova aventura.
Agora já não estamos sozinhos. Há a família e com ela as responsabilidades, que deixam pouca ou nenhuma margem para o risco.
Dúvidas e questões à parte, indecisões e medos, acredito que quem não arrisca não petisca! Acredito que nada acontece por acaso!
Se a oportunidade surge foi Deus que a providenciou. Para nos atormentar? Não me parece!Para nos testar? Dependerá muito das situações, certamente. O importante será saber distingui-las e não deixar que fujam, poderá não haver outra!
Começar de novo!
Soa bem. E por que não?
MM
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Agora o silêncio!
Ausência de som, de palavras,
Silêncio sem explicação.
Apenas o silêncio.
Não o silêncio apetecido no final de um dia atarefado,
Não o silêncio desejado por um corpo cansado.
Apenas o silêncio.
Aquele silêncio que magoa, porque chegou sem aviso;
Aquele silêncio que grita desilusão;
Aquele silêncio ensurdecedor, porque não entendido;
Aquele silêncio com sabor a solidão…
Apenas o silêncio.
Silêncio…Vens para ficar?
Não te abri a porta,
Não te convidei a entrar,
Não sejas insistente, atrevido, impertinente,
Silencio, não me faças esperar!
Vá, segue o teu caminho,
Sei onde te encontrar…
Ausência de som, de palavras,
Silêncio sem explicação.
Apenas o silêncio.
Não o silêncio apetecido no final de um dia atarefado,
Não o silêncio desejado por um corpo cansado.
Apenas o silêncio.
Aquele silêncio que magoa, porque chegou sem aviso;
Aquele silêncio que grita desilusão;
Aquele silêncio ensurdecedor, porque não entendido;
Aquele silêncio com sabor a solidão…
Apenas o silêncio.
Silêncio…Vens para ficar?
Não te abri a porta,
Não te convidei a entrar,
Não sejas insistente, atrevido, impertinente,
Silencio, não me faças esperar!
Vá, segue o teu caminho,
Sei onde te encontrar…
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Felicidade, uma ilusão?
Na verdade, nunca estamos satisfeitos. Por mais ou melhor que tenhamos, nunca é suficiente, falta sempre qualquer coisa.
Quantas vezes nos encontramos a desejar o que não temos? É tão fácil!
Uma casa melhor, um carro, aquele telemóvel, aquelas roupas? Ser mais magro ou mais gordo, mais alto ou mais baixo, com o cabelo liso se o temos encaracolado, encaracolado se o temos liso?
Difícil é sabermos, termos a capacidade, a humildade, de agradecermos tudo aquilo que temos e sermos gratos por isso.
Saber ser feliz?
Sorrir, rir, gargalhar, conversar, estar entre amigos, entre família...
Uma música perfeita, num momento único;
Uma palavra certa num momento menos feliz;
Um banho quente num corpo cansado;
Um beijo doce num dia amargo;
Um abraço apertado de um filho...
Momentos de felicidade!
A felicidade não é, não pode ser nunca, plena, total, permanente, absoluta. Quem procura incessantemente a felicidade eterna, jamais poderá ser feliz.
Felicidade é vermos os outros crescerem e crescermos com eles. É sabermos aceitar o mau como parte da nossa aprendizagem e não deixar que se repita. É conseguirmos rir de nós mesmos e com os outros. É saber agradecer e desfrutar cada momento como único, sermos verdadeiros, darmos tudo de nós e não esperar nada em troca.
Saber ser feliz é um direito, mas também um dever!
MMarques
Subscrever:
Mensagens (Atom)